domingo, 29 de novembro de 2009

Quisera eu escrever um blog

Quisera eu escrever um blog, mas as vírgulas não deixaram. Pensava eu em minhas ideias que perderam o acento pelo caminho, assim como eu, o meu tempo quando me deparei com a infinidade de vírgulas pelo caminho. Poderei, ponderei e ponderei. Resolvi por um ponto e, de ponto e vírgula em ponto e vírgula cheguei ao espaço vazio. Uma infinidade assustadoramente branca, desolada e intimadora. Morri de medo e de dislexia. Cai esmagado pelo vazio inexpressivo. Grafico mas sem o lógico. .............................................................................................................................................................................
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ooooooooiiiiiiiiiaaaaaaaaaasssssssssssssssnnnnnnnnnnnnnrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr 4854545454546637d^^&*%$#gsbdhgHG~@@%%DGCBBOI ((&*&67yghrjh5400sij5/-*+8+8+86
hguyjwgtdzghj\gjhfdgeytuijkgyufdasugsudguedgusguhaaaaaaaaaaaaté que o gráfico se tornou morfológico e arranquei o in de expressivo, dei uma de sintático e taquei-lhe logo um verbo e um sujeito, e aí foi só ser. Eu sou, tu és, ele é, nós somos, vós sois, eles são expressivos. Logo depois virei semântico, pragmático e sintgmático, léxicográfico, etc. etc. etc.etc.etcetcetcetcctetectceectetc.......
Mas o melhor for virar meta-linguístico.
Quisera eu escrever um blog, quisera eu blogar uma escrita.

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