terça-feira, 1 de novembro de 2011

O Dia em que o Ruffato confundiu meu nome

SÃO PAULO, 28/10/2011, 19h – Livraria Cultura (Conj. Nacional); Estado: etílico. – No meio da minha canalhice em despejar o quinteto do “Inferno...” para o Ruffato assinar me atrapalhei no meu próprio blues etílico e engrolei uma história fajuta que só podia dar errado. E deu. O brother foi simpático, mas ficou difícil saber se ele entendeu que eu era o André de Leones ou se eu estava pedindo para que ele assinasse a pentalogia para o Andrézito, meu soul brother. Resumo: Lúcia, Júlia, Lila, Maria Fernanda rindo da minha cara de bêbado, e um André satirizando com um Ruffato envergonhado tentando entender a pataquada. Moral da História? Encher a cara antes de um lançamento pode te render uma grana quando a pentalogia de um grande escritor autografada para outro grande escritor for raridade. Vou ficar rico cinquentano pá frente negada. (caiu da cama.)


Bebeu Daniel?



Post Scriptum: Imaginem os trocadilhos com a série de livros do Ruffato e meu “Inferno Provisório” pessoal.


Post Scriptum II: Imaginem o resto da noite, até por que é muito surreal (leiam amoral) para contar.

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